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Matéria-Artigos de Colecionador

O que faz com que uma velharia deixe de ser tecnologia ultrapassada para assumir o status de “item de colecionador”? Embora a indústria de games não pare de se desenvolver, abarcando novas tecnologias e expandindo seu público, existe uma parcela de jogadores que simplesmente resolveu voltar o olhar para o passado dos video games. Com eles cresceu toda uma subindustria regada a muito saudosismo, e que não poupa seus cofrinhos para expandir suas onerosas coleções.
Mas o que justificaria essa busca por aparelhos que, em teoria, foram substituídos porque algo mais avançado apareceu? Para o jornalista Marcelo Tavares, atualmente o maior colecionador de plataformas antigas do Brasil, trata-se de uma oportunidade de revisitar o passado. “Os gamers aficionados tentam resgatar um pouco da sua infância, adolescência e por isso buscam os consoles que lhes permitiram bons momentos no passado”.





Após tantos anos de existência, fato é que a indústria de games tem também hoje a sua própria história. De um sistema que deslumbrava crianças nos anos 70 e 80, hoje os consoles mais modernos abarcam comunidades de jogadores bem menos homogêneas, boa parte delas jogando há várias gerações. “A geração de gamers está envelhecendo. No Brasil a idade média do jogador está próxima de 25 anos. Nos EUA a média salta para 35 anos de idade”, afirma Tavares.
Dessa forma, para celebrar as décadas de história dos games, organizaram-se atualmente diversas comunidades online, fóruns de discussão e leilões que alcançam preços verdadeiramente estratosféricos — o Atari Cosmos, por exemplo, protótipo que nem chegou a ser lançado pela empresa, foi arrematado no Ebay pela bagatela de 19 mil dólares há algum tempo. Mas afinal, como funciona essa mania de celebrar aparelhos e jogos antigos?

Tem que ter caixa e manual!O que vai pela cabeça de um colecionador?



Marcelo Tavares começou a colecionar consoles e jogos aos sete anos de idade. “Comecei com um Atari, depois passei para um Dynavision II, um Phantom System, até chegar ao Mega Drive”. O jornalista possui atualmente 206 plataformas diferentes. Entre os itens, aparelhos das primeiras gerações, consoles mais novos — como Super Nes e Mega Drive — e aparelhos da atual geração.
Entre as maiores raridades da coleção, um Microvision (primeiro portátil a utilizar cartuchos da história), um Channel F (primeiro console a utilizar cartuchos), um Vectrex (aparelho com um monitor integrado) e mesmo um exemplar do catastrófico Pippin — a tentativa frustrada da Apple de entrar no mercado de consoles em parceria com a japonesa Bandai.
Mas com 206 consoles em casa, é possível jogar tudo? “Joguei todos eles, praticamente sem exceção, ao menos uma vez. É claro que sempre há aqueles consoles favoritos, e outros que você liga só de vez em quando”. Tavares garante ainda que pelo menos 90% da coleção ainda funciona perfeitamente. “A grande dificuldade é essa, colocar sempre os consoles em funcionamento para que eles preservem o seu bom estado”.

O prazer de se jogar na plataforma original

O que exatamente constitui um item de colecionador? É claro, em primeiro lugar, a idade de um item. Mas um colecionador que se preze normalmente exige alguns requintes a mais. “Eu coleciono de tudo. Acho que o principal é o estado de conservação do item. Um console ou cartucho vale mais quando tem sua caixa e manual. A Label também deve estar intacta, mas o principal é realmente o bom funcionamento”, afirma Tavares.



Só que todo esse preciosismo tem um preço. O jornalista diz que já extrapolou algumas vezes. “É algo muito relativo, depende de quanto eu tenho para gastar. Posso dizer que já passei do limite algumas vezes por causa da paixão pelos games, a tentação por algo mais raro ou que eu ainda não tivesse”.
Mas, caso você esteja pensando em começar a sua própria coleção, saiba que não basta juntar as peças. É bom também saber conservá-las de forma segura. “O principal é ter um local adequado para guardar tudo. Além disso, para a limpeza de cartuchos ou cds, nada de assoprar, somente álcool isopropílico com uma flanela nova. Os fios de controles eu também evito enrolar para não danificar”.



E, na dúvida, nada melhor do que as embalagens originais. “Sempre que posso, procuro preservar o console como novo, com sua caixa, plástico, manuais, etc.”. Afinal, o seu item de colecionador de hoje pode vir a ser trocado por algo ainda mais raro no futuro.
Expandindo a coleção



Quem quiser expandir uma coleção de jogos e consoles antigos deve principalmente estar preparado para gastar alguns tostões, embora só isso não baste. “Muitas coisas você só consegue em viagens ao exterior, outras você adquire de amigos e conhecidos”. Outra dica é ficar ligado nos sites de leilão, onde se pode encontrar muitas raridades dando sopa — embora com preços às vezes tremendamente inflacionados.
Tavares afirma que o melhor é se manter ligado em diversos canais diferentes. “Existem grupos e comunidades em sites de relacionamento em que a troca de informação é constante e sempre aparecem oportunidades. Isso sem contar as feirinhas que rolam em várias cidades e que às vezes reservam boas surpresas”. O evento Brasil Game Show também é uma boa pedida para quem gostaria de expandir a coleção.

O futuro retrôReedições e jogos retrô que fizeram o passado virar presente

Talvez exista um motivo razoavelmente claro para a recente valorização das gerações anteriores de games. Embora as plataformas atuais ostentem jogos cada vez mais polidos e realistas, uma grande parcela das vendas das gigantes do setor vem de jogos retrô. A WiiWare, por exemplo, lucrou no período de 2007 e 2008 aproximadamente US$ 90 milhões.
Nessas redes existem inúmeros jogos verdadeiramente antigos, como o novo-velho Mega Man IX, e outros com cara de antigo, como o hit  Braid, um dos jogos mais vendidos através da Xbox Live durante 2009. Isso para não falar em games como Geometry Wars — um padrão simples até mesmo para os primeiros consoles.

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Para Marcelo Tavares, os jogos antigos distribuídos nas redes online — tais como os jogos simples que se podem encontrar na Game Room, da XBLA — são uma forma simples de relembrar e curtir o passado, embora não substituam a experiência das plataformas originais. “Jogar um Pac-Man no arcade, um Enduro no Atari 260 não tem preço”.
Na mira dos colecionadores

Pelo menos no Brasil, a maior parte dos colecionadores ainda tem plataformas bem específicas em mente.  Por aqui, valem sobretudo os consoles que tiveram maior apelo popular durante as décadas passadas. “Pelo menos no Brasil, games para Mega Drive, NES e Super NES são muito procurados”.

Isso sem se esquecer da febre relativamente recente em torno do Atari 2600 — versão mais comercializada do console em terras tupiniquins. “Muita gente comprou Ataris antigos para colar na sala de casa; os games para Atari também se tornaram muito procurados”, afirma Tavares — que tem uma réplica gigante de um controle de Atari na sala de estar. Isso sem contar um modelo raro com fonte de madeira, um japonês e “meu cartucho Ms. Pac-Man, ainda lacrado de fábrica”.
Pode ser obsoleto, mas não é barato!Velharias que valem muito dinheiro

Cartuchos raros de Atari. Os primeiros consoles que deram as caras. Computadores que ainda utilizavam fitas em rolo para carregar seus programas. São itens velhos, ultrapassados — pelo menos do ponto de vista tecnológico —, mas que hoje mantêm todo um mercado movimentado por alguns dos colecionadores mais empenhados de que se tem conhecimento. Confira uma pequena lista de raridades abaixo.
Stadium Events (Nintendinho): Stadium Events foi lançado pela japonesa Bandai em 1987, um dos poucos jogos lançados para o tapete Family Fun Fitness. Pouco depois, a Nintendo comprou os direitos sobre o tapete, e o jogo passou a se chamar World Class Track Meet. Existem atualmente 20 cópias do original Stadium Events espalhadas pelo mundo, e recentemente uma foi vendida por US$ 41,3 mil.


 

Air Ride (Atari 2600): Trata-se de um jogo pirata para o saudoso Atari 2600 sobre o qual pouco se sabe — nem mesmo a autoria do game é certa. Aliás “Air Ride” é apenas um apelido, já que o nome do jogo não aparece na caixa. Os preços variam de US$ 1 mil e US$ 3 mil.
Chrono Trigger (Super Nes): Uma cópia completa — caixa, manual e label em bom estado — do clássico RPG do Super Nes pode chegar a épicos R$ 500 em alguns sites de leilão.
Atari Cosmos: Trata-se de um protótipo produzido pela Atari que jamais chegou às lojas. A única vez que foi parar no Ebay, acabou gerando uma verdadeira guerra disputada lance a lance. Acabou arrematado por US$ 19 mil.
Microvision: Trata-se do primeiro video game portátil lançado, e um item bastante raro atualmente. Também é difícil encontrar um em perfeito estado de funcionamento, já que a tecnologia LCD das telas era na época (1979) bastante primitiva e pouco duradoura.
Channel F: O Fairchild Channel F foi o primeiro console a utilizar cartuchos da história. Sem dúvida um tremendo salto para a época, já que antes do Channel F para você ter um novo jogo deveria também comprar um novo console. Entretanto, o sucesso do modelo durou apenas um ano, já que Nolan Bushnell entraria em cena com o seu Atari 2600.

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Final Fantasy XIV - Ps3


Você está ansioso pelo novo Final Fantasy? Muita gente ainda nem sequer terminou o último game da série — Final Fantasy XIII — e o próximo título já está virando a esquina. Mas, não se trata de um game comum e sim um jogo multiplayer em massa. Durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, o público conferiu mais novidades sobre Final Fantasy XIV, incluindo a notícia de que o game terá suporte para tecnologia 3D.

Enquanto o tão esperado Final Fantasy XIII Versus não dá as caras, a Square Enix, responsável pela série, insiste um pouco mais no MMORPG da franquia. Ainda existem vários jogadores desfrutando de XI, outro título online de Final Fantasy, e o próximo jogo será muito bem-vindo para esse público. Obviamente, a companhia também deseja cativar mais jogadores.
Mas será que o jogo é bom o suficiente para isso?

Mantendo as raízes

Durante o maior evento de games do mundo o produtor do título, Hiromichi Tanaka, comentou que Final Fantasy XI estava se tornando ultrapassado principalmente em relação aos gráficos. Então, Tanaka disse que estava na hora de realizar um upgrade na franquia. Mesmo assim, quem joga FFXI poderá continuar desfrutando do game, já que a Square Enix pretende manter os servidores na ativa enquanto houver gente jogando.
 A grande novidade exibida na E3, via uma demonstração técnica, foi o suporte para 3D. Até o momento, a Square Enix não havia comentando sobre essa possibilidade e o fato realmente foi uma surpresa para quem estava na feira. Na exibição, conferimos uma demo no porto da cidade de Limsa Lominsa, um local habitado por piratas que fica grudado a um penhasco. É claro que esta cidade conta com uma vista maravilhosa, na qual o jogador pode observar o oceano e notar a qualidade gráfica do título.
Quem já jogou Final Fantasy XI certamente sentirá algumas semelhanças no game. Primeiramente, as raças que habitam o mundo de XIV são bem parecidas com a do jogo supracitado. Essa decisão foi tomada para fazer com que os jogadores se sentissem familiarizados com o novo título.

Mas chega de falar sobre paisagens. Assim como boa parte dos MMORPGs, Final Fantasy XIV terá algumas
dungeons e cavernas. Teremos quests de diversos tipos, e algumas delas podem até ser completadas ao lado de um companheiro humano. As missões variam desde aniquilar vários caranguejos gigantes até encontrar determinados itens.

Trabalhos e classes diferentes

Entre as classes disponibilizadas pelo título, teremos a Miqo’te, uma espécie de mago que conta com feitiços e outras habilidades. O sistema de níveis funciona de maneira diferente neste jogo. Em vez de ganhar pontos de experiência, o jogador sobe de nível de acordo com sua desenvoltura.


Fora isso, FFXIV traz diversos trabalhos diferentes, que são classificados para seu personagem de acordo com suas armas. Existem quatro tipos de caminhos diferentes a serem seguidos, cada um baseando-se em um atributo distinto. Até o momento, pouco se sabe sobre esse sistema, mas mais detalhes devem surgir em breve.

 
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Nos momentos de exploração, o jogador conta com duas posições diferentes. Uma delas é passiva e permite que sua vida se regenere. Nela, seu personagem também corre mais rápido. Quando você puxa sua arma, a segunda posição é acionada. Aqui, sua HP não se recupera automaticamente e seu guerreiro perde um pouco da velocidade. Alterar entre uma e outra não deve ser algo muito complicado, mesmo no PlayStation 3, já que a Square Enix promete uma jogabilidade adequada para os joysticks.

O jogo apresenta uma barra de stamina (resistência) que é consumida conforme você utiliza ataques e habilidades. Quando ela atinge certo nível, você terá de esperar até que possa atacar novamente. Sendo assim, é melhor planejar bem seus golpes para não ficar na mão quando as coisas apertarem.


A experiência em 2D já promete ser bacana. Contudo, é em 3D que as coisas realmente chamam a atenção. O jogador notará que o mundo parece muito mais vivo, permitindo visualizar pequenos detalhes que compõem o cenário e ainda ações dos próprios NPCs, que cortam vegetais, caminham e naturalmente fazem outras coisas.

A data de lançamento oficial de Final Fantasy XIV ainda não foi revelada, mas Tanaka comentou que o jogo deve chegar em algum momento de 2010 no PC e PlayStation 3.
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Novo Driver : San Francisco

Driver está de volta e, assim como a maioria dos jogos mostrados durante a E3, as informações que temos até agora suscitam mais perguntas do que oferecem respostas. Afinal de contas, o que encontramos vasculhando a net foram apenas pequenos pedaços de informação esporádica, referentes às mais variadas facetas do jogo — o que nos faz ficar ainda mais curiosos a respeito do resto.

O óbvio

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O jogo se passa em São Francisco, Califórnia. Mais óbvio, impossível. Mas o interessante é que todos os prédios importantes da metrópole serão reconstruídos — embora não exista uma réplica exata de todas as construções. Ou seja, a famosa ponte da cidade estará presente, mas talvez aquele consultório odontológico em uma ruazinha escondida não seja encontrado.
Realismo que é ainda mais exacerbado nos carros: desta vez, Driver terá veículos licenciados, uma novidade na franquia. Finalmente, como já foi dito, este capítulo é um retorno às origens. Isso significa que toda a jogabilidade é contida dentro dos carros, personagens familiares retornam — Tanner é o protagonista, mais uma vez — e o objetivo é resgatar a experiência do game original da série.

As mudanças

A modificação mais óbvia é, sem dúvida, a impossibilidade de sair do carro. Nada de andar pelas ruas, nada de atividades extras. Como o próprio nome do jogo diz, sua função é dirigir — e só. O caminho inverso dos games mais recentes da franquia, mas que deve agradar àqueles que foram atraídos pela proposta inicial da série.
Como diversificar as opções de jogo, então? Os desenvolvedores escolheram um caminho delicado — cujo resultado só ficará inteiramente claro depois do lançamento. Para entendê-lo é preciso analisar a trama de Driver: San Francisco.

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Situada alguns meses após os eventos de Driver 3, a história segue o caminho previamente exposto: Jericho atira em Tanner. Agora, no contexto atual, o protagonista está em coma — o detalhe é que não sabe disso. Consequentemente, o desenrolar dos acontecimentos é fruto da imaginação dele, incluindo os “poderes” que possui.
Poderes? Exatamente, e um em especial: chamado de Shift, ele permite que o protagonista mude de carro instantaneamente; como se estivesse assumindo a identidade dos motoristas daquele veículo. Isso significa que poderá receber missões a completar (opcionalmente) ao entrar em um carro diferente. Tomar o controle de um carro de polícia, por exemplo, pode proporcionar uma missão na qual o objetivo é perseguir um suspeito.
Esse ponto é essencial para o entendimento do game. Tanner passa a ser, após a introdução da mecânica Shift, uma espécie de espírito que possui os motoristas dos carros. Assim, é possível entrar literalmente na vida da pessoa — e outros personagens, como alguém sentado no banco do passageiro, vão dialogar com ela como se nada tivesse acontecido. Algo que certamente será divertido quando o cidadão começar a dirigir o carro feito um alucinado.
O que vai acontecer, sem dúvida alguma. Isso porque, ao mesmo tempo em que várias novidades acrescentadas ao longo da série foram cortadas — como andar a pé —, características antigas retornam. Logo, o modelo de física do jogo ganhará bastante atenção e a jogabilidade será algo bem trabalhado para lembrar o sucesso do primeiro título da franquia.

A surpresa

Multiplayer. Poderíamos resumir tudo apenas nessa palavra, mas não custa elaborar. A mecânica Shift presente em Driver: San Francisco será utilizada em toda sua extensão na hora das partidas com vários jogadores — que poderão ser jogadas em tela dividida ou através de um modo online que ainda não foi revelado em detalhes.

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O modo demonstrado durante a E3 chama-se Trailblazer, e nele existe um carro fazendo um determinado trajeto pela cidade com duas luzes que deixam rastros atrás de si. O objetivo dos usuários é perseguir o veículo tentando imitar ao máximo o traçado realizado. Algo que, definitivamente, representa bem o tipo de experiência que os desenvolvedores estão tentando criar.
O game será lançado no final deste ano, para PC, PS3 e X360. Haverá também uma versão para Wii, que aparentemente será diferente da encontrada nas outras plataformas.
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Playstation Plus !!!



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*Valor aproximado com base no preço recomendado de venda ao público médio do conteúdo disponível, excluindo descontos, calculado utilizando as taxas de câmbio de Maio de 2010. O valor real poderá variar. O acesso a algum conteúdo, excluindo o conteúdo com desconto, termina no final do período de subscrição.

Data de lançamento: 29 Junho 2010
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Gran Turismo 5 - Ps3


Ciclo dinâmico entre dia e noite, sistema de danos e pistas inéditas são os assuntos da E3

Nesta terça-feira, durante a conferência da Sony na E3 2010, todos fomos surpreendidos com um breve trailer de Gran Turismo 5. É claro que esperávamos por demonstrações completas e uma chuva de detalhes, mas aqueles poucos segundos mostraram duas das coisas que mais queríamos.
A primeira delas foi, obviamente, a data de lançamento, agora oficializada como 02 de novembro deste ano (inclusive para o Brasil). Kazunori Yamauchi, o idealizador da franquia, confirmou que desta vez eles conseguirão cumprir os prazos.
Já o segundo detalhe pegou todos de surpresa: o vale de Toscana ganhou vida e foi aos poucos passando do belo tom dourado do fim de tarde para a escuridão de uma noite estrelada. Os últimos raios do sol brilharam pela vegetação, criando um efeito espetacular. Sim: a passagem do dia para a noite é dinâmica e deve valer para muitos dos circuitos.


Iluminando o caminho
À medida que a noite cai, as luzes são imediatamente ativadas, criando duas faixas iluminadas à frente do carro, como esperado. A visibilidade torna-se progressivamente menor, exigindo observação do traçado e cuidado em cada curva. Os céus passam de um tom avermelhado para azul escuro, mostrando estrelas por todos os cantos.
Mais interessante que a própria passagem do tempo é o fato de que o sistema de iluminação afeta praticamente tudo no cenário, incluindo as partículas de poeira que são deixadas para trás. Uma vez ativados os freios, o que surge na tela é uma névoa avermelhada, que causa um efeito impressionante, ainda que um tanto exagerado.


A passagem do tempo pode ser regulada livremente, o que explica a transição brusca presente na demonstração nos estandes da E3. Na versão final será possível sincronizar o horário virtual com o real, criando corridas emocionantes em provas como Le Mans.
O público e os arredores do circuito sentem a passagem das horas. Durante o dia circuitos como Nurburgring são verdadeiros festivais de espectadores, com direito a tendas coloridas e muita fuzarca. Com a chegada da noite as pessoas vão aos poucos se preparando para comer ou dormir, seguindo para suas barracas. Como observado em tom descontraído por Kazunori, é possível sentir o cheiro de churrasco quando se compete no local, mas infelizmente eles não puderam replicar isso no console.
Uma lista impressionante de veículos
Apesar das inúmeras variações dentro de uma mesma família de veículos, é no mínimo impressionante o número de carros que serão disponibilizados em Gran Turismo 5: mais de 1000 ao todo, incluindo todos aqueles vistos em títulos passados, como Gran Turismo 4 e a versão para o console portátil da Sony.

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As máquinas serão divididas em duas categorias básicas: Premium e Standard. Aquelas que se enquadram na primeira foram modeladas com o máximo de atenção aos detalhes, representando todas as curvas e peças encontradas nos carros de verdade. Isto é válido para os interiores, que poderão ser visualizados em detalhes pelos jogadores.
Nas pistas, os carros desta categoria apresentarão dano em tempo real, com os tradicionais rasgos na pintura, quebra de componentes (a Sony afirmou que eles podem ser desmontados, pedaço por pedaço) e diferenciação entre luz alta e baixa. Isto servirá para que, em eventos noturnos, o jogador possa iluminar melhor o trajeto ou sinalizar a ultrapassagem a um competidor que se encontra à sua frente.
Nem todas as novidades são boas
Em contrapartida, os outros 800 carros da categoria Standard são modelos “básicos”, no sentido de que foram reaproveitados dos jogos anteriores e aprimorados até chegarem aos padrões de qualidade permitidos pelo PlayStation 3. Isso significa que o nível de detalhes deles é bem mais baixo.

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O problema torna-se visível com um pouco de observação, já que os faróis não são realmente modelados em 3D. As texturas também são mais fracas e a própria iluminação da superfície sofre com a adaptação, exibindo contornos imperfeitos nas ligas entre as partes do chassi.
Tais veículos possuem apenas a iluminação padrão pelos faróis, além de não terem qualquer modelagem interna. Sim, cerca de 800 carros estarão presentes sem visão interna com volante... Mas isso ainda pode mudar, já que Yamauchi estuda soluções alternativas, como um interior padrão.
Qualidades em comum
Apesar da notícia realmente desanimadora, muitas das boas novidades valem para as duas categorias. Em primeiro lugar, todos os veículos acumularão poeira, terão luzes de ré funcionais e buzinas funcionais. O dano mecânico é global, ainda que sua presença possa ser regulada pelo jogador em cada evento. Isto significa que mesmo que os carros básicos não se desmontem, eles apresentarão uma série de perdas em desempenho
.
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O sistema de colisão foi revisto e está mais realista do que nunca. Uma batida entre carros resulta quase que invariavelmente na perda do controle. Em casos mais severos (e em alta velocidade) haverá até mesmo a possibilidade de capotagens, algo já implementado em Forza Motorsport 3.
Modalidades automobilísticas de peso
Gran Turismo 5 trará as modalidades WRC e Nascar para a franquia, ainda que o desenvolvimento das competições não tenha sido detalhado. Tratando especificamente de Nascar, haverá mais de nove carros licenciados, os quais propiciarão acidentes catastróficos na pista, com deformação da lataria.
Na hora das paradas nos boxes, toda a equipe se mobilizará para realizar o reabastecimento e a troca dos pneus. O processo foi recriado com extrema fidelidade e as animações dos personagens já impressiona.
Circuitos urbanos ou montanhosos
Até pouco tempo atrás, a informação oficial era que Gran Turismo 5 chegaria às lojas com mais de 70 variações de percurso, ao longo de vinte locais diferentes. Ainda hoje pela tarde, Jeff Rubenstein postou no blog oficial da Sony (em resposta a um comentário) que já existem mais de 40 localidades diferentes, garantindo um total de mais de 100 formatos de pista.

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Nurburgring, por exemplo, será retratada em sua plenitude (todas as variações de percurso), com direito a atualizações da imagem do asfalto até que o jogo esteja pronto. Os únicos materiais que passarão por cortes são aqueles considerados como obscenos. Como Yamauchi disse que o número de circuitos ainda não havia sido finalizado, é provável que ele aumente até o lançamento.
Mas deixando de lado as especulações e voltando à E3, vimos pela primeira vez diversos circuitos, tais como Roma, com suas curvas agudas no asfalto da cidade, árvores em alta qualidade (talvez o elemento mais criticado na série) e o belo coliseu ao fundo. Curso Del Sol (em Madrid) traz uma das retas mais longas do jogo, a qual é seguida de uma curva extremamente fechada que testa os limites dos pilotos.  
Amantes de rally podem apreciar Toscana, que já havia sido mostrada brevemente nos trailers antigos. A pista de pó é lisa e propicia uma dose enorme de desafio, que é recompensada com o mais belo anoitecer do jogo.
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Outro circuito que merece destaque é o “Test Track”, ou pista de testes, construída e utilizada especialmente para o programa Top Gear, da rede BBC. Há uma parceria entre as empresas, já que até mesmo o piloto Stig foi reproduzido. Nos replays, os mesmos filtros e ângulos de câmera foram adotados, criando um verdadeiro espetáculo.
Confraternização e disputas online
Como prometido desde os tempos em que o projeto ainda era chamado de “Gran Turismo HD”, o game chegará ao mercado com muitos recursos no que diz respeito ao online. Em primeiro lugar vêm as corridas personalizadas, agora com a possibilidade de definição de regras e outras características do evento.
Amigos poderão se reunir em salas fechadas, indo direto para a competição ou simplesmente se divertindo pelas pistas, sem disputa por colocações. Melhores tempos, técnicas de drift e outras questões podem ser compartilhados. Existirá também um modo para espectadores — pelo qual será possível visualizar os melhores do mundo disputando em tempo real.
Uma nova dimensão
Seguindo a estratégia da Sony, o projeto da Polyphony Digital oferecerá aos jogadores imagens estereoscópicas em 3D. O jogo foi totalmente convertido (algo relativamente fácil pelos comentários dos desenvolvedores, já que o jogo já rodava a 60 quadros por segundo) e é exibido em resolução Full HD.

Img_originalAinda não sabemos se o escalonador horizontal interno do console está sendo utilizado, mas é inegável que isso é uma verdadeira conquista, dada a demanda de processamento para a obtenção do efeito e a qualidade gráfica atual do jogo.
Nos estandes da Sony, além do 3D, Gran Turismo 5 ainda utiliza a PlayStation Eye para realizar o que é chamado de “head tracking”, técnica que usa a câmera para identificar o deslocamento da cabeça do jogador e reproduzir a ação na tela. Na prática isso significa que com uma breve virada de pescoço você pode apreciar todos os cantos dos interiores dos veículos.
O show completo vem em agosto
Em seu atual estado, Gran Turismo 5 já ocupa um disco de Blu-Ray (com dupla camada) praticamente por completo. Agora, a equipe trabalha firme para tentar incluir mais conteúdos — tais como carros da categoria Premium —, reduzir os tempos de carregamento e dar os retoques finais na questão dos gráficos.
Os fãs da série devem aguardar pela chegada do mês de agosto, no qual teremos a GamesCon e a divulgação completa de todos os segredos do quinto grande episódio da franquia.
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Dica - 50 Cent: Bulletproof - Ps2




Códigos especiais

Durante o jogo entre no menu Options e depois em Cheats e entre com um dos códigos abaixo:

50bpexclusives – Destrava as músicas I’m A Rider, Maybe We Crazy e Pimp.
AintGotNothin
– Counter Kill Wanksta.
GettingDropped
– Counter Kill Guillotine.
GoodDieYoung
– Counter Kill G’d Up.
gotthemrachets
– Destrava todas as armas.
graballthat50
– Destrava todas as músicas.
GrizzSpecial
– Munição infinita.
gunrunner
– Counter Kill blood hound.
HardcoreG$hit
– Counter Kill Southside.
HookMeUp50
– Destrava todos os vídeos.
ny’sfinestyo
– Energia infinita.
orangejuice
– Destrava o Action 26.
sayhellotomylittlefriend
– Destrava o vídeo My Buddy video.
the hub is broken
– Armas ficam mais fortes.
TimeToSmokeEm
– Dobra o dano causado aos adversários.
TimetoThrowDown
– Counter Kill Mountain Climber.
workout
– Counter Kill empty n’ Clips.
yayoshome
– Destrava o vídeo Tony Yayo So Seductive.
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Rock Band 3 - Ps3

Já não era segredo para mais ninguém que Rock Band 3 estava sendo desenvolvido. Diversas imagens haviam sido liberadas, ainda que sem permissão. Até mesmo um teaser foi inserido na demonstração de Green Day: Rock Band, revelando um quinto acessório para a franquia: os teclados.
Mas foi apenas nesta quinta-feira que o jogo foi oficialmente a público, através do site USA Today. Minutos depois o que se viu foi uma enxurrada de informações e detalhes, publicadas não somente pela Harmonix, mas também por todos aqueles que tiveram a oportunidade de testá-lo.
Tecladistas natos
Com as vendas dos jogos anteriores em declínio constante (algo visto com a edição dos Beatles e com Guitar Hero), ficou claro que algo precisava mudar. O foco passou para o aprofundamento da fórmula, como observado pelo próprio diretor do projeto, Daniel Sussman.


A medida imediata foi a construção do teclado para o jogo. Ele não é um simples brinquedo: estão disponíveis duas oitavas completas para os jogadores, inclusive com sustenidos e bemóis. Aqueles que não tiverem prática podem recorrer aos modos mais fáceis, que exigem poucos toques nas teclas e baixo deslocamento das mãos, ou ao modo de aprendizado, que abordaremos mais adiante.
Na tela o teclado é o instrumento mais complexo, tendo notas representadas por cores e posições, já que o mostrador se desloca de um lado para o outro para acomodar o número de possibilidades. Em níveis de dificuldade mais elevados o jogador terá que solar com a mão direita e acompanhar o ritmo com acordes completos com os dedos da mão esquerda.
Mesmo depois de terminadas as partidas o aparato continua a impressionar: quem conectá-lo ao computador terá em mãos um instrumento MIDI completo, pronto para composições, gravações e outras artimanhas. Com isso ele deixa de ser um acessório e vira um instrumento de verdade.

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Mudanças brutais
Mas além do teclado, não teremos mais nenhuma novidade em Rock Band 3, correto? Errado. Todos os instrumentos passarão por modificações drásticas. Partindo para as guitarras, veremos dois periféricos inéditos. O primeiro deles, desenvolvido pela Mad Catz (especialista em controles especiais para jogos de luta e de corrida), trará vários botões por frete, permitindo que o jogador forme acordes livremente no braço do instrumento.
O segundo é realmente especial. Nada de botões, apenas cordas! Trata-se de uma guitarra funcional, com seis cordas, que é capaz de reconhecer quais as cordas tocadas e os pontos que estão sendo pressionados.
Finalizando a rodada de transformações temos a bateria, agora com três pratos a mais, todos codificados por cores. Este sistema o obrigará a continuar batendo no prato correto ao longo da música, incentivando o desenvolvimento da coordenação, do ritmo e fazendo com que você se comporte como um verdadeiro baterista.

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Dominando as novidades
Mas não é necessário ter medo de todas estas mudanças. A intenção da desenvolvedora é sim aproximar jogo da realidade, mas ela trará uma série de ferramentas que o auxiliarão no aprendizado de tudo. O principal é o modo Rock Band Pro. Pense nele como a sua escola particular.
Nele estão contidas diversas lições que o incentivarão a ir do básico ao avançado em questão de dias, através do uso de notação musical especial (que substitui as reais por um código de cores). Isso é válido para todos os instrumentos. Para a guitarra, serão exibidas na tela até mesmo as casas e as posições das batidas, em conjunto com as músicas.
Depois de percorrer pelas tarefas e ensinamentos, você poderá cair direto na brincadeira com a campanha, também revista. Ela tem por objetivo mostrar ao jogador o seu progresso, fazer com que ele lute para melhorar, recebendo em troca uma série de vantagens. É uma situação oposta à vista até então, na qual somente era necessário gastar tempo.

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Na hora de jogar, outra novidade interessante é que outros membros da banda poderão entrar — e sair — livremente a qualquer instante, não sendo necessário fechar a configuração antes de começar cada música.
Opções não faltarão
Tão convincente quanto a transformação dos instrumentos é a seleção de músicas. Rock Band 3 chegará às lojas com cerca de 80 canções inéditas, incluindo clássicos como “Break on Through” da banda Doors e “Bohemian Rhapsody”, do Queen.
Todas as faixas dos jogos anteriores serão compatíveis (incluindo aquelas compradas separadamente ou as de episódios como Green Day e Beatles), o que o deixará com cerca de 2.000 músicas para brincar, sendo que a maioria será revista para oferecer suporte aos teclados.

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É claro que a navegação por tantas opções seria difícil com o atual sistema, logo a Harmonix incluirá filtros mais modernos, permitindo a seleção por títulos, estilos, jogos, duração, época e muito mais. Fãs da música devem ficar ligados na E3, já que demonstrações ao vivo serão realizadas.
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Call of Duty - Black Ops - Ps3


Prepare-se para uma incursão atrás das linhas inimigas



    Tá Fervendo! Anunciado oficialmente no dia 30 de abril, Call of Duty: Black Ops — nova edição da popular série de jogos de tiro em primeira pessoa — promete várias novidades na jogabilidade e grandes mudanças na ambientação.
    Sob os cuidados da Treyarch — a mesma de Call of Duty 2: Big Red One, Call of Duty 3 e Call of Duty: World at War — o jogo explora diferentes cenários oferecendo uma variedade militar extremamente interessante.


    "De oppresso liber"
    O jogo está envolto em mistério e a Treyarch não faz muita questão de revelar muitos detalhes da produção. Todavia as primeiras imagens e vídeos confirmam que o que já se especulava: Black Ops terá fases ambientadas durante a Guerra Fria, incluindo a infame Guerra do Vietnã.
    Você assume o papel de um operativo secreto (black op), um soldado treinado para se infiltrar nas linhas inimigas e executar missões super secretas em território hostil. O título é uma continuação direta de World at War, e promove o retorno do personagem Reznov.

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    As missões e estágios do jogo são inspirados nas ações do grupo de operações especiais Studies and Observations Group (SOG). O SOG executou missões “não convencionais” no sudeste da Ásia, especialmente no Vietnam do Norte, Camboja e Laos, e era constituído por operadores das forças especiais do exército (os famosos boinas verdes) e SEAL’s da Marinha, entre outros recrutas de valor.
    Mas o jogo não trará apenas combates nas úmidas florestas asiáticas. Também foram observados cenários nevados, fato que sugere missões nos Montes Urais — cordilheira da Rússia ocidental que delimita Europa e Ásia.
    Assim os jogadores também podem esperar por alguns combates no deserto, visto a proximidade e importância política da invasão soviética do Afeganistão (alguém se lembra de Rambo III?). Porém isso é especulação, por enquanto só estão confirmados os estágios nos Urais e na Batalha de Huế — um dos mais sangrentos embates da infame Ofensiva do Tet (Guerra do Vietnã).


    Muito mais do que um soldado
    Como um agente SOG os jogadores terão um papel muito mais “significativo” na trama e no campo de batalha. Diferente dos outros jogos da série você não é apenas mais um soldado no campo de batalha, você é o único. Para destacar esta “singularidade” do jogador, o seu personagem contará com dublagens especiais e efeitos de iluminação próprios.
    Para garantir o realismo a Treyarch está utilizado uma tecnologia de captura de movimento similar a que James Cameron usou em Avatar, conferindo assim uma captura muito mais fiel das expressões faciais dos atores.
    O estúdio de desenvolvimento também consultou uma série de veteranos das forças especiais de ambos os lados da Guerra Fria: o Major John Plaster cedeu informações essenciais sobre as ações da SOG durante a Guerra do Vietnã, enquanto que o ex-Spetsnaz (força especial soviética), Sonny Puzikas, emprestou seus conhecimentos sobre as operações da URSS.


    Call of Duty: Rambo Ops
    Entre as novidades da jogabilidade está a introdução do SR-71 Blackbird — avião de reconhecimento estratégico —, sendo que o jogador poderá pilotá-lo e será responsável pela decolagem e aterrissagem da aeronave (nada muito complicado).
    Salvo esta novidade a dinâmica de combate dentro do avião não difere muito da missão com o AC-130 presente em Modern Warfare, sem toda a matança, haja vista que o Blackbird é uma nave de reconhecimento e não de ataque.

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    Basicamente você estará sondando a região com um binóculo termal enquanto comanda um grupo avançado em terra. Ou seja, você sobrevoa o campo de batalha visualizando os inimigos e guia o grupo de ataque para que estes evitem os inimigos.
    Black Ops, também trará novos armamentos, como uma besta capaz de disparar flechas explosivas (… Rambo III) e a sempre eficiente SPAS-12, que agora conta com os famosos cartuchos “dragon's breath” — cartucho especial de zircônio com efeito explosivo (na verdade o tiro cria um rasto de fogo como um mini lança-chamas).
    Apesar de todo o mistério já está quase certo que o título contará com um modo multiplayer cooperativo e que este contará com suporte para até quatro jogadores simultâneos online e um co-op de dois jogadores em modo split-screen.
    A Treyarch deixa claro que Black Ops é uma tentativa de reescrever a história da franquia. Com a “saída” da Infinity Ward e a possível chegada da Bungie, a empresa terá que arregaçar as mangas para permanecer no comando de uma das mais populares séries de jogos de tiro disponível no mercado.
    Call of Duty: Black Ops está agendado para o dia 9 de novembro de 2010, com cópias para Xbox 360, PlayStation 3, PC (com direito a servidores dedicados) e Nintendo Wii.
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    Review - Call of Duty - Modern Warfare 2 - Ps3

    Apresentação

    Os vários rostos da guerra

    As balas enchem o ar e a fumaça eleva-se lentamente do campo de batalha. As ordens são engolidas pelo barulho das explosões. Soldados gritam por socorro, por proteção e pelas suas vidas - mas as respostas não chegam. É intenso. E assim começa um dos primeiros níveis de Call of Duty Modern Warfare 2.
    Procurando impressionar desde o princípio, o atirador desenvolvido pela Infinity Ward centra-se na ação - e essa não falta. Mesmo com os seus elevados valores de produção, que apresentam um convincente cenário de guerra na empolgante introdução, não há qualquer intenção de retratar a dolorosa realidade da guerra. é sim, mergulhado num brilhante filme de ação que não te dá um segundo de descanso.
    A decorrer cinco anos após o jogo anterior, as dramáticas cenas de abertura apresentam-te um mundo ameaçado por planos terroristas e os esforços de uma unidade internacional de elite para detê-los. Veste a pele de vários membros da equipe e cada capítulo da abrangente missão transporta-te para cenários como o Afeganistão, a Sibéria e nossa querida cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro.
    Cada local é recriado com enorme detalhe, tanto a nível visual como sonoro; assim, tens a sensação de fazer parte do ambiente, quer estejas na base de treino onde os soldados jogam basquetebol e descansam, numa cidade repleta de vida e cor ou nos baldios gelados, onde as tuas pegadas ficam marcadas na neve.
    Call of Duty Modern Warfare 2 baseia-se na ação, no som e na fúria, criados num estilo cinematográfico que te mantém colado ao ecrã até à apresentação da ficha técnica... e até aí há mais para explorar.

    Jogabilidade

    Nas trincheiras uma vez mais

    Apesar do seu ritmo intenso, Call of Duty Modern Warfare 2 te leva pelos seus perigosos cenários de forma cuidadosa. O modo de campanha (Campaign) começa com um tutorial básico que te apresenta os controles, antes de te colocar numa carreira de tiro para avaliar qual o nível de dificuldade mais adequado para você.
    Depois, parte numa aventura onde terás de salvar reféns, infiltrar-se em bases inimigas, conduzir motos de neve a velocidades estonteantes, perseguir terroristas e até participar em missões secretas que colocarão à prova a tua moral. É extremamente empolgante e estás sempre ansioso por descobrir o que irá acontecer a seguir, já que cada missão apresenta novas surpresas e desafios.
    Para completar a experiência, há diferentes inimigos inteligentes que não se limitam a disparar e a proteger-se - preparam ataques calculados, retiradas em pânico, atiram as tuas granadas de volta para você e até tentam disparar uma última vez quando estão feridos. Para equilibrar os confrontos, tens à tua disposição uma vasta gama de armas, de espingardas automáticas a explosivos Semtex; além disso, algumas sequências passam-se em câmara lenta, oferecendo-te tempo para agir com decisão.
    Carros explodem, madeira desfaz-se, metal retorce-se e terra e sangue mancham a sua visão... A ação atmosférica faz-te sentir como um verdadeiro herói - ou um vilão quando é necessário - provocando diversas emoções à medida que o jogo avança, com cenas predefinidas eletrizantes e poderosas demonstrações de destruição.


    Vários jogadores

    Convoque os amigos

    Existem muitas opções para todos os que terminaram o modo de campanha (Campaign), com o modo de operações especiais (Special Ops) e uma imensa experiência para vários jogadores. Special Ops permite que tomes de assalto uma grande variedade de missões personalizadas baseadas no modo Campaign, a solo ou cooperativamente (em ecrã dividido ou online), com prémios prometidos para conclusões dentro dos limites de tempo e com eficácia.
    Mergulhar no modo para vários jogadores (Multiplayer) revela uma jogabilidade graciosa e cativante, na qual podes participar em vários cenários, tais como um tiroteio aberto, um modo de captura da bandeira (Capture the Flag) e vários desafios de equipe para um máximo de 18 jogadores online.
    Juntamente com o criativo design dos níveis e uma jogabilidade rápida, na qual é muito fácil entrar, o modo Multiplayer seduz-te com um jogo gratificante e que te encoraja a continuar quando a sua atenção não estiver no seu melhor. Quer ganhes ou percas, cada desafio brinda-te com pontos de experiência que fazem subir a posição do teu perfil e desbloqueiam mais aspectos do jogo. Novas armas, bónus, habilidades e equipamentos são disponibilizados; podes personalizar o teu título, emblema e classe (Title, Emblem e Class) para dares início às hostilidades com o teu material favorito. Além disso, abrem-se novos ambientes e modos.
    Existem muitos "prémios" que podes ganhar pelas tuas actividades, como conseguir o maior número de mortes com uma determinada arma, conseguir vingança face ao jogador que te matou da última vez e uma precisão extraordinária.
    Com os seus ataques aéreos, armas automáticas e pistas sonoras que te informam quem está a ganhar, bem como uma utilização dramática da música para aumentar a tensão, há muito à tua espera no modo Multiplayer de Call of Duty Modern Warfare 2 - aumentando ainda mais a diversão. Prepare-se e faz pontaria a uma experiência explosiva.

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    Novo Driver, Assassin´s Creed e ravenslade


    Fãs de Assassin’s Creed e da lendária série Driver podem ir se preparando. A Ubisoft, responsável pelos dois games, registrou dois domínios na web que, supostamente, seriam de Assassin’s Creed: Brotherhood e Driver: San Francisco. Até o momento, não há nada nos sites.

    Quem nunca jogou Driver?
    Só em 2012 
    O jogo de aventura deve trazer Ezio novamente como protagonista, o mesmo que estrelou no segundo Assassin’s Creed. Já Driver: San Francisco é a confirmação do projeto que apareceu em uma das listas liberadas à imprensa há alguns meses.
    Além destes dois, a companhia também registrou LaserHomeBattle.com, mas não há qualquer informação sobre este projeto. Possivelmente, tudo deve ser revelado na Electronic Entertainment Expo deste ano.
    Outro título que também pode aparecer na E3 é Ravensdale, do estúdio alemão Spellbound Entertainment. O título é descrito como um jogo de ação ambicioso situado em um mundo fantástico e deve trazer fontes de vapor como energia para recarregar equipamentos e armas. Ravensdale chegará às lojas em 2012 — se o mundo ainda estiver aqui — no PC, PlayStation 3 e Xbox 360.
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    Nova versão do Mídia Go para PsP



    A Sony Creative Software lançou uma nova versão atualizada do Media Go. Este prático programa de software para PC, disponível para transferência gratuita a partir de sonycreativesoftware.com, permite transferir jogos, vídeos, música e fotos do teu computador para o PSP.
    Podes aceder à PlayStation Store a partir do seu PC utilizando o Mídia Go e esta versão mais recente inclui as seguintes melhorias:
    • Os filmes e programas de televisão comprados na PlayStation Store podem ser reproduzidos no PC, bem como no seu PSP.
    • São suportadas marcas de capítulos, legendas e vários canais de áudio para a reprodução de vídeo.
    • Podes comprar conteúdo sem que o seu PSP esteja ligada ao PC através de um cabo USB.
    • Foram acrescentadas propriedades e ícones de vídeo adicionais para melhorar a pesquisa e navegação pelo conteúdo multimídia.


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    Castlevania: Lords of Shadow - Ps3

    Desde sua primeira aparição, durante a década de 1980, a série Castlevania vem trazendo uma atmosfera gótica e obscura para o mundo dos games. Trilhas sonoras executadas por órgãos de igrejas e ambientes obscuros e cheios de tensão são apenas alguns dos elementos que ajudaram a franquia se tornar famosa. Mas, é claro que, além disso, os títulos também traziam uma jogabilidade agradável e uma fórmula completamente desafiante.
     
    Logo, Castlevania se tornou um clássico da era 8 e 16 bits. Entretanto, foi na época do saudoso PlayStation que um dos melhores games da franquia surgia: Symphony of the Night. Com isso, a clássica fórmula ficaria marcada para sempre no universo dos games.
    Mesmo assim, a Konami, responsável pelo título, arriscou lançar jogos da série em ambientes tridimensionais. Um deles é Castlevania 64, que, apesar de adorado por alguns jogadores, não foi tão grandioso quanto o lendário Symphony. Com este e outros jogos da série que tentaram uma aproximação similar, a desenvolvedora percebeu que criar um Castlevania 3D não seria uma tarefa fácil.
    Finalmente, após muito mistério, Castlevania: Lords of Shadow é revelado para as plataformas da atual geração (PlayStation 3 e Xbox 360). Depois de permanecer um bom tempo como teaser no site da produtora do famoso Hideo Kojima — responsável pela série Metal Gear e também envolvido no projeto —, o novo Castlevania começa a mostrar suas promessas.
    Recentemente, Dave Cox, produtor da Mercury Steam, a responsável pelo desenvolvimento do título, trouxe várias novidades sobre o game, incluindo o sistema de combates, os chefões e muito mais. Além disso, Cox também comenta a relação de Lords of Shadow com games como God of War III, Uncharted 2: Among Thieves e Prince of Persia. Confira.

    Vingança sangrenta
    Bem, primeiramente, vamos a uma breve introdução à trama, para que você fique por dentro do contexto do novo Castlevania. No game, você encarna Gabriel, um membro da Brotherhood of Light (Irmandade da Luz, numa tradução livre para o português). Este é um grupo que faz de tudo para impedir que males atinja o nosso mundo. Contudo, este não é o único objetivo de Gabriel.
    A mulher do personagem foi assassinada por misteriosas forças da escuridão e teve sua alma acorrentada a toda a eternidade. Como se não bastasse, a esposa do protagonista não pode nem ao menos descansar em paz, pois ainda está meio viva. Felizmente, ela conta com forças para guiar Gabriel em uma jornada que promete muitas reviravoltas.
    Ok, então você já está por dentro da trama. Mas como será o jogo? Parecido com God of War ou Uncharted 2? Na realidade, nenhum dos dois — pelo menos é o que afirma o próprio Cox. Não se assuste. Bem, mesmo assim, não há como negar que Castlevania compartilha sim alguns atributos com estes games.
    Assim como a segunda aventura de Nathan Drake, Lords of Shadow promete trazer um elenco excelente de dubladores, incluindo nomes como Patrick Stewart, Robert Carlyle, Jason Isaacs e Natascha McElhone. Em termos de jogabilidade, porém, o game da Mercury Steam deve se aproximar mais da proposta de Prince of Persia.


    Será que
 o Príncipe daria conta destes bichos?

    Pancadaria aprimorada
    Mesmo assim, o título deve contar com bastante sangue e pancadaria — aí sua parte God of War III. Gabriel conta com uma arma chamada Combat Cross e também outros ataques básicos. Logo após alguns momentos do game, você também será apresentado às armas secundárias, que abrangem adagas, machadinhas e muito mais. Fora isso, o título também deve trazer uma excelente variedade de combos.

    Assim como diversos games do gênero —
    Dante's Inferno, Bayonetta — o jogador adquire pontos de experiência quando aniquila um oponente. Como você deve imaginar, estes pontos servirão para desbloquear novas habilidades e combos. A desenvolvedora promete uma série de novidades que poderão ser compradas com experiência, visando manter a longevidade do título.
    Castlevania: Lords of Shadow também contará com um medidor de magia, o qual pode ser combinado com sua arma principal ou com a secundária — já imaginou adagas flamejantes? Existem também algumas relíquias poderosas — Dante’s Inferno, alguém? — que fornecem habilidades e também podem ser combinadas com magia.
    Gabriel 
não está para brincadeirasOutro fator bacana que deve incrementar bastante a jogabilidade é a possibilidade de aprimorar suas armas secundárias. O jogador que gostar de utilizar as adagas poderá transformá-las em Dagger Wave, um ataque que consiste em laçar cinco lâminas simultaneamente, fazendo com que o inimigo fique atordoado.

    A arma principal do game, Combat Cross, também poderá ser turbinada. Em mausoléus, o jogador terá a chance de torná-la muito mais poderosa, permitindo grudá-la em inimigos ou no cenário, como o gancho de
    Batman: Arkham Asylum. Ao desbloquear esta função, o jogador ainda será presenteado com uma série de combos novos.
    Sem dúvidas, a estratégia também será importante no game. Muitas vezes, utilizar as habilidades certas nos momentos certos pode ser essencial para a sua sobrevivência. Por isso, é bom dominar cada uma delas e combiná-las sempre que possível.
    Ideal para fãs e novos jogadores
    Se você é um dos fãs antigos da série, então se prepare para uma boa surpresa. A desenvolvedora afirma que sua inspiração está nos grandes clássicos da franquia, principalmente da era 8 e 16 bits.
    Além disso, quem gosta de Prince of Persia também deve ficar atento ao game. A Mercury Steam comentou que talvez este seja o game mais parecido com Castlevania: Lords of Shadow, pois ambos compartilham uma mistura de combate, plataforma e quebra-cabeças. Só esperamos que Lords of Shadow também adicione boas doses de desafio à esta mistura.
    Falando em desafio, um dos grandes vilões da série parece retornar em Lords of Shadow. Sim, o lendário Drácula está de volta. Mas, infelizmente, a Mercury Steam ainda não forneceu muitos detalhes sobre o personagem.

    Chefes colossais
    Esta geração é dominada pelos mini games de contexto, também conhecidos como QTE (Quick Time Events). Entretanto, a desenvolvedora parece estar fugindo desta fórmula. Nos combates com os chefes, por exemplo, não haverá momentos em que o jogador deve executar rapidamente o comando que aparece na tela.
    Em vez disso, a companhia optou por criar batalhas em tempo real — o que pode gerar um resultado muito interessante. O game contará com diversos titãs, que relembram muito os inimigos colossais de Shadow of the Colossus. Um deles é o Ice Titan.
    Prepare-se para brigas nervosas

    Esta gigantesca criatura gelada pode facilmente esmagar Gabriel, portanto será necessária muita cautela. Felizmente, o imenso inimigo conta com alguns pontos fracos: pedras mágicas que fornecem energia ao seu corpo. Para eliminá-lo, o jogador terá de escalar a criatura, evitando os escombros que caem do corpo do gigante, e arrebentar cada uma destas pedras.

    Um dos elementos interessantes desta batalha é a maneira como o titã reage aos ataques e ações de Gabriel. Muitas vezes, o personagem será balançado e jogado para longe pelo gigante, que também sacode a cabeça e se remexe para evitar que o protagonista acabe com sua dura vida.
    Nestes combates, o jogador terá de utilizar suas habilidades de plataforma e combate para alcançar as runas. E, se você achou que o Ice Titan parece gigante, então se prepare: ele é o menor de todos os titãs.

    Aprendendo com os mestres

     
    Castlevania: Lords of Shadow contará com outros elementos de plataforma bacanas, que fazem uso das habilidades de Gabriel. Assim como em Super Castlevania 4, o protagonista usará suas armas para realizar várias acrobacias distintas. O jogador poderá agarrar, subir e até fazer rapel utilizando a Combat Cross.
    Fora isso, também teremos puzzles. Aqui, os quebra-cabeças são realizados para que o jogador encontre chaves e alavancas, por exemplo. Mas, alguns níveis também escondem alguns segredos e itens escondidos, o que deve encorajar o jogador a explorar o ambiente.
    No final de cada nível, o jogador pode conferir o que fez o que deixou de fazer, com direito a porcentagem de jogo completo e mais. Alguns itens e locais, entretanto, só poderão ser encontrados com o uso de certas relíquias, o que obriga o jogador a retornar a certos locais após adquirir a habilidade necessária — assim como no já mencionado Batman: Arkham Asylum.
    E onde está a mente de Hideo Kojima em Castlevania: Lords of Shadow? O criador de Metal Gear possui um papel pequeno no game, mas ajudou na concepção de Gabriel, nas animações faciais, no design e em outros atributos. Além disso, a companhia de Kojima constantemente envia vídeos para a Mercury Steam indicando problemas e soluções.

    Não há como negar: Castlevania: Lords of Shadow é um jogo que nos deixa ansiosos — principalmente por ser uma revitalização da série. Novos protagonistas, o ambicioso retorno ao universo 3D e uma jogabilidade bem flexível são apenas alguns dos elementos que fazem qualquer um ficar de olho no game. A caça se inicia ainda neste ano, provavelmente na primavera.
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    God of War III : Erro bizarro, novidades sobre o site e mini game ao estilo Street Fighter


    Parece que o lendário guerreiro espartano finalmente foi atingido. Recentemente, diversos usuários do mundo todo reportaram ter encontrado um erro de programação no game God of War III, do PlayStation 3. Com este bug, é possível obter alguns benefícios extras, como armas com poder máximo e um troféu prateado do game.
    Basicamente, você deve desbloquear o Combat Arena depois de terminar o modo principal do game pelo menos uma vez. Depois disto, termina o modo Challenges of Olympus.
    Nas opções do Combat Arena, o jogador deve escolher a barra de energia de Kratos no primeiro nível e optar pela dificuldade “Titã”. Depois disso, basta escolher os oponentes que possam ser aniquilados com facilidade e iniciar a batalha.

    No combate, o jogador deve morrer cinco vezes seguidas para que o jogo sugira que a dificuldade seja alterada para “Fácil”. É necessário recusar esta opção e então sair para o menu principal.

    Vai uma ajudinha aí?

    Quando retornar ao menu, as músicas de fundo estarão diferentes e sobrepostas. O troféu “Maxed Out!” então é desbloqueado para aqueles que ainda não conseguiram esta conquista. Depois disto, basta escolher um novo jogo em qualquer nível de dificuldade para, então, acionar o bug.
    Até o momento, a Sony ainda não comentou sobre o assunto. Provavelmente, a companhia poderá lançar um patch em breve para corrigir o problema. O Só Playstation não recomenda o uso de bugs.
    E agora?
    Falando em descobertas, o site www.spartansstandtall.com, revelado por God of War III, parece ter sofrido algumas mudanças. Agora, a chuva está mais pesada, e as imagens “vistas” anteriormente já não aparecem mais. Além disso, o símbolo no canto superior direito está preenchido até a metade. E aí, conseguiu ver algo de diferente desta vez? Não deixe de comentar!

    O que será?
    God of Street Fighting?
    Espere aí, ainda tem mais. Por último, mas não menos importante, uma revista francesa da PlayStation trouxe algumas imagens e uma afirmação no mínimo curiosa. Segundo a edição de abril, a Sony Santa Monica, responsável por God of War III, está planejando lançar um DLC que trará uma espécie de mini game de luta estrelado por Kratos e companhia. Basicamente, um Street Fighter com o universo de God of War. Além disso, a revista também aponta os lutadores que estrelarão no suposto duelo: Kratos, Hercules, Hermes e Zeus.
    É claro que, até o momento, isto não passa de um rumor. Conforme mencionamos, trata-se da edição de abril, o que nos leva a acreditar que esta possa ser apenas mais uma brincadeira para o dia primeiro — algo comum no mundo dos games. Resta esperar por uma confirmação oficial da Sony.

    Repare nas imagens
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    Just Cause 2 - Ps3

    História

    Busca e destruição

    Coloque-se na pele de Rico Rodriguez, a super-estrela de ação de Just Cause para a PlayStation 2. A sua missão é infiltrarse na ilha de Panau e localizar e executar o seu antigo comandante, Tom Sheldon, que desapareceu levando consigo uma grande quantia de dinheiro da Agency e material secreto. Para além deste objetivo, tens de ter cuidado para não perturbar o equilíbrio da ilha e despertar a ira do seu implacável ditador, Baby Panay, ao aliarse a três gangues rivais: os Reapers, os Ular Boys e os Roaches.
    Você Terá que realizar várias missões para cada gangue, como roubar materiais sensíveis e resgatar testemunhas das mãos das forças armadas da ilha. Não será fácil, mas terás à tua disposição mais de 100 veículos terrestres, aquáticos e aéreos, um grande arsenal de armas e ainda o gancho e pára-quedas de Rico, ideais para escapar de situações mais complicadas.


    Apresentação

    Vida na ilha

    A casa de programação Avalanche criou uma ilha enorme, repleta de vilas e cidades para explorar oferecendo horas intermináveis de diversão em Just Cause 2. Aqui você vai encontrar um pouco de tudo, de florestas a montanhas cobertas de neve e desertos, proporcionando uma grande variedade de cenários. De fato, a ilha de Panau é tão grande que, no total, engloba 1000 quilómetros quadrados; dependendo da sua abordagem, pode levar algum tempo a percorrer todo o terreno.
    Embora a forma mais fácil de alcançar locais distantes seja chamar um helicóptero (através do seu contato no Black Market), pode fazê-lo à moda antiga e explorar a ilha num veículo terrestre. Pode demorar, mas é a melhor maneira de encontrar armas e dinheiro escondidos, bem como de desbloquear novas áreas e missões secundárias. Escusado será dizer que dificilmente te faltarão novas áreas para descobrir enquanto percorres o gigantesco mapa de Just Cause 2.


    Jogabilidade

    Destruição maciça

    A ilha de Panau é um berço ideal para o caos, todo ele causado por você ao longo do jogo. O objetivo é espalhar o máximo de caos possível, desbloqueando missões que fazem avançar na história e permitem localizar Sheldon para a batalha final. Uma das armas mais divertidas em Just Cause era o gancho de Rico, que foi melhorado para a sequência para permitir movimentos mais robustos e muita diversão. O gancho vem agora colocado no seu braço, para pendurar inimigos de telhados, atá-los uns aos outros ou a objetos no ambiente, incluindo postes, edifícios, veículos em movimento e até aviões!

    Outro equipamento que regressa é o pára-quedas, com o qual pode saltar de edifícios, penhascos e todos os veículos aéreos do jogo. À medida que avanças em cada missão, podes ainda contatar um operacional no Black Market, que te fornece novas armas e te leva para qualquer parte do mapa que já tenhas descoberto caso tenhas pressa de lá chegar. Além dos fantásticos engenhos disponíveis, podes empunhar praticamente tudo, de metralhadoras a foguetes guiados por laser e mini-pistolas, por isso nada te impedirá de alcançares o seu objetivo final.

    Vários jogadores

    Grava o momento

    Uma das funcionalidades mais viciantes de Just Cause 2 é a exclusiva capacidade de gravar vídeo - grava as tuas proezas mais loucas, os ataques mais emocionantes e os momentos de maior adrenalina e partilha-os com o mundo e comunidade PlayStation no YouTube. O dispositivo de gravação permite gravar 30 segundos ou 10 minutos de imagens.
    Ao gravar clipes mais curtos, o sistema guarda os últimos 30 segundos jogados, quer esteja a surfar num carro ou avião ou a saltar de um edifício. A funcionalidade de 10 minutos permite preparar momentos alargados de caos, ideais para mostrar manobras e explosões mais elaboradas. Em Just Cause 2, o caos é o teu trabalho... e és um excelente profissional.
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    Naruto: Uzumaki chronicles 2


    Naruto alcançou fama internacional em pouco tempo e logo foi transportado para os videogames, seu grande sucesso foi em títulos do gênero de luta, passo óbvio já que muito do sucesso do anime e do mangá está nos confrontos repletos de ação.

    Outras adaptações transpuseram o ninja de Konoha em títulos de RPG, outro passo interessante, já que em um RPG é possível contar uma história aproveitando-se muito bem dos vários personagens presentes na saga.

    Desta vez os ninjas do mundo criado por Masashi Kishimoto, estão em um misto de ação e RPG. Entretanto o elemento RPG resume-se a distribuir alguns pontos de experiência em alguns atributos básicos, como na série Dragon Ball Budokai, e a jogabilidade própria do estilo ação/plataforma, é utilizada de forma simplista, o que torna o jogo extremamente enfadonho e repetitivo, resumindo-se a um beat-'em-up.
    Filler
    Para os fãs da série a história que guia o jogo pode muito bem ser considerada um filler, termo que denomina um arco de histórias criado apenas na versão animada, sem qualquer conteúdo necessariamente relevante, deste modo, não alterando a história original. Os fillers, aparecem ao longo de toda a saga animada do ninja Naruto e poucos são os fãs que vem essas histórias com bons olhos.

    O enredo do modo principal (Story) apresenta-se condizente ao universo criado por Kishimoto (autor do mangá), entretanto as animações que entregam a história ao jogador são muito lentas, enfadonhas e mal dubladas, mesmo contando com o mesmo elenco de vozes do anime (versão americana).

    A história gira em torno de um clã de ninjas que pensava-se ter desaparecido. Após retornar de uma missão, Naruto, encontra o ninja do País do Vento,
    Kankuro, que veio alertar a Hokage da Vila Secreta da Folha, de que o tal clã está de volta e a procura de objetos misticos chamados Orbes Espirituais. O clã chamado Shirogane é especializado em marionetes, e eles pretendem utilizar as Orbes Espirituais para reviver um grande mal, conhecido apenas como o Marionete Mestre.

    Você controla Naruto na maior parte do tempo, mas também poderá controlar outros personagens presentes no anime e no mangá de sucesso mundial. Dentro do modo história você deverá executar as missões que a 5ª Hokage, Tsunade, irá lhe conferir. Em cada missão você contará com a ajuda de outros personagens, entre eles a pequena Sakura, o estrategista Shikamaru, o poderoso Neji e o veloz Rock Lee entre outros.

    Como em seu predecessor (lançado apenas alguns meses antes desta seqüência), Uzumaki Chronicles 2 baseia-se no estilo de ação/aventura, entretanto a jogabilidade simplificada do gênero, que acaba funcionando bem em títulos como Dynasty Warriors, mas que torna este jogo extremamente enfadonho por sublimar grande parte do desafio.

    Conforme você avança pelos capítulos (dez ao total) você vai liberando o conteúdo extra do jogo, como novos personagens, novas missões, novos cenários, etc.

    Missões suicidas
    Os outros modos de jogo presentes são as Missões (Mission) o Sobrevivência (Survival) e o multiplayer (Battle).

    As Missões consistem basicamente de mini-estágios, como os presentes ao longo de todo o modo história. Cada missão possui um objetivo diferente, apesar de todos serem extremamente similares de pouco desafiadores. Em certas missões você deverá proteger um item ou uma pessoa, enquanto em outro cenário você deverá eliminar todos s inimigos ou talvez apenas o líder de um grupo de bandidos.

    Como no anime e no mangá, as missões são divididas pelo grau de dificuldade, sendo que as de Rank D são as mais fáceis e as de Rank A as mais difíceis, existem também missões especiais de Rank S, somente para os mais habilidosos dos ninjas. Para liberar todas as missões, incluindo as de Rank S, você deve terminar o modo história. Algumas missões permitem times com três personagens, enquanto outras deve ser executadas exclusivamente por um personagem.

    Uzumaki Chronicles 2 também possui um modo multiplayer, apesar de ser o ponto mais fraco de todo o jogo. O multiplayer tenta reproduzir as lutas intensas que definiram a franquia Ultimate Ninja, entretanto utiliza-se da mesma jogabilidade do estilo ação/plataforma.

    Os movimentos de câmera desajeitados, a movimentação estranha e o sistema de controle inapropriado fazem desta opção a grande fraqueza do título, o que poderia ser uma boa idéia foi mal executada.

    Treinamento Ninja
    Talvez a grande diferença entre este título e o original, seja a utilização de vários personagens simultaneamente. Enquanto no primeiro jogo da franquia o seu personagem secundário era sub-utilizado, nesta versão, graças a um sistema de controles bastante intuitivo (basta pressionar o botão L2) você pode trocar entre qualquer um dos membros da sua equipe.

    O jogo também permite um certo grau de customização do seus heróis, utilizando o dinheiro e o os pontos de experiências coletados durante as missões, você poderá alterar várias características. Na guia Level Up, você pode redistribuir seus pontos de experiencia aumentando a sua barra de vida, ou incrementando a sua defesa, ataque, etc.

    A opção Skill Plate (que pode ser acessada antes ou durante as missões) serve como uma espécie de inventário para suas habilidades. Cada um dos ninjas possui um design próprio e você deve organizar todos os chips de habilidades dentro deste design, os chips que ficarem de fora do design não terão efeito.

    Para conseguir novos chips de habilidade você deverá comprá-los na guia Shop, nesta mesma guia você também pode aumentar o espaço do seu Skill Plate, permitindo assim, que você acomode mais chips de uma só vez.

    Sombras e silêncio
    Uzumaki Chronicles 2 apresenta gráficos consistentes apesar de estarem aquém da capacidade do console. Comparado com o original, esta versão consegue superar muitas das limitações apresentadas anteriormente.

    Ao invés de utilizar gráficos no estilo cel
    -shading (popularizado por jogos das franquias Dragon Ball Z Budokai e Naruto: Ultimate Ninja), como no original, esta versão opta por um aspectos mais arcade
    , uma escolha que favorece o gênero de ação do jogo, mas empobrece um pouco a apresentação final.

    A trilha sonora é bem similar à predecessora, o que significa muito “rock ninja oriental”, infelizmente as músicas são acompanhadas de péssimos diálogos e dublagens de qualidade duvidosa.
    Dattebayo!
    Com menos do que um ano entre o lançamento de Naruto: Uzumaki Chronicles 2 e seu predecessor, não deveríamos ter um jogo surpreendentemente diferente do anterior.
    Provavelmente os fãs da série Naruto consigam explorar mais os atributos deste jogo, apreciando mais o enredo e a presença de vários personagens do anime, entretanto para os outros jogadores, alheios a série, o título é fraco e pouco interessante, e por se tratar de uma sequência, parece um tanto supérflua.
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